O Ibovespa fechou o pregão aos 172.179,93 pontos, recuo de 333,49 pontos (-0,19%), após oscilar entre mínima de 171.524,22 e máxima de 172.935,59 no dia. No gráfico diário, o índice vem de uma forte alta entre fevereiro e abril, saindo da casa de 166.000 para um topo próximo de 200.000 pontos, seguida de correção intensa até o fundo de maio/junho na faixa de 168.000-170.000. Desde então, reconstruiu uma recuperação que alcançou novo topo local perto de 180.000 pontos no início de agosto, antes de iniciar a queda mais recente que trouxe o índice de volta à região de 172.000. A estrutura de curto prazo é de correção dentro da tendência de recuperação: romper acima de 176.000-178.000 reabre espaço para buscar novamente os 180.000; já perder o suporte de 170.000-171.500 (fundo de julho) reforça o viés de baixa e projeta teste da região de 168.000.

