MCCI11

Mauá Capital Recebíveis Imobiliários

  • Valor Patrimonial

    R$ 1.202.207.530,00
  • Número de Cotas

    12.417.281
  • Valor Patrimonial por cota

    R$ 96,82
  • P/VP

  • Liquidez Média Diária

    R$ 4.210.690,54
  • Último Rendimento

    R$ 1,00
  • Dividendo (12 meses)

    R$ 11,00
  • Dividend Yield

R$ 90,05

Hoje 0.95%

Comprar
Recomendação
R$ 101
Preço Alvo (12m)
13,07%
Potencial Médio
  • Gestora

    Mauá Capital

  • Administradora

    BTG Pactual

  • Tipo de Gestão

    Ativa

  • Tipo de FII

    Recebíveis

  • Tipo de ANBIMA

    FII TVM Gestão Ativa

  • Público-Alvo

    Publico em geral

Descrição

É o fundo de recebíveis da Mauá Capital, seu foco é em CRIs com boas garantias e retorno ajustado ao risco. O fundo da Mauá conta fortemente com originação própria que confere ao CRI boa amarração das garantias e maior conforto para o gestor, uma vez que a estratégia do fundo se baseia em buy and hold.

Características do Fundo

A carteira de recebíveis do MCCI11 representa 84% do PL e está alocada em 30 CRIs com taxa média inflação+ 7,2%, duration de 4,9 anos e 52% de LTV. O segmento com maior exposição é o comercial e logístico com devedores como Casas Bahias, Newport e Superfrio.

O portfólio de FIIs de recebíveis corresponde a 12% do PL dividido em 12 fundos cuja gestão julga possuir boa relação de risco e retorno, a maioria dessas posições são feitas através de ofertas restritas a investidores profissionais, trazendo oportunidade de investimento nesses ativos ao investidor de varejo.

Vale pontuar que o fundo possui R$ 274 milhões em operações compromissadas, esse instrumento possui custo menor do que a remuneração dos ativos adquiridos sendo geradora de valor ao cotista. A alavancagem do fundo representa 23% do PL.

Comentários da Analista

Nossa recomendação do fundo se baseia na qualidade dos recebíveis da carteira e na estabilidade na distribuição dos dividendos devido a estratégia de buy and hold da gestão. Ainda acreditamos que o fundo irá se beneficiar da inflação persistente.

Um ponto de atenção do fundo é o CRI Vogue Square (2,3% do PL): no mês de fevereiro veio a público o pedido de recuperação judicial do devedor do CRI. Em nossa visão, a dívida foi muito bem amarrada de forma que há poucos incentivos do devedor em não honrar com sua dívida uma vez que o ativo gera resultado para pagar a PMT. Além disso, o hotel está em alienação fiduciária e pode ser executado em caso de não pagamento, não entrando na massa falida da devedora. No caso da venda, o hotel está avaliado em 3x o valor da dívida, o que gera gordura suficiente para negociação. Em nossa visão vemos baixa probabilidade do fundo não receber seus recursos de volta, porém entendemos que esse evento tem repercussão no valor justo do ativo.